Escolhe a tua dica
Como foi

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A São Silvestre de Lisboa corrida junto ao rio Douro, a do Porto à beira Tejo, o efeito Manoel de Oliveira, os fritos natalícios e as provocações do (outro) Gajo
Como foi

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Ténis ou sapatilhas?
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Falemos (a) sério
Nino Raleiras

Quando lia uma crónica, um artigo, um texto sobre uma prova de trail em que tivesse participado, não conseguia encontrar muito daquilo que tinha vivido ao longo de várias horas. Os irreais objetivos revelados antes da partida, as bocas iniciais, os palavrões constantes, as conversas dos abastecimentos, o sofrimento causado pelas bolhas, pelos cortes, as dores que ficam das quedas dadas, não eram referidos, deixando aquela sensação de não termos corrido nos mesmos trilhos. Foi assim que, em 2016, nasceu “o gajo que não gosta de correr”, primeiro num blogue em nome próprio e, posteriormente, nas páginas da RUNning Magazine, o que me permitiu chegar a muitos mais atletas e onde, ainda hoje, com muito gosto, permaneço. E o gajo somos todos nós que sonhamos com a cerveja à chegada, que nos gabamos antes de correr, que exageramos nas dificuldades quando contamos a prova a quem não a correu, que rogamos pragas ao calor e maldizemos o frio, que trememos com a água gelada que muitas vezes temos de atravessar, mas, no final, inchamos o peito e orgulhosamente afirmamos que aquilo é só para os fortes. É chegada a altura de um novo desafio! Para esta nova “casa” venho acompanhado de quem me é mais próximo, com as suas histórias prontas a serem partilhadas sem receio ou vergonha, porque o gajo também tem muito deles, da quase rookie que me acompanha em todos os momentos, do veterano que me meteu o “bicho” do trail, do comparsa de treinos e de quem nunca irá correr mas arruma o espaço. E como a porta está sempre aberta, tenho a esperança que outros se venham juntar. 

Sai uma rodada para todos!